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Micro e Pequenas Empresas sustentam saldo positivo de empregos em Mato Grosso do Sul

Micro e Pequenas Empresas sustentam saldo positivo de empregos em Mato Grosso do Sul

04/04/2024 às 11h00 Atualizada em 04/04/2024 às 14h00
Por: Redação
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Brazil Work Card. Translation - Federative Republic of Brazil, Ministry of Labor. Hand holding the Brazil Work Card. Labor document FGTS, INSS, unemployment, salary, CTPS and CLT.
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Segundo estudo do Sebrae, com base no Caged, pequenos negócios corresponderam a 45,5% dos postos em janeiro de 2024

Desempenhando um importante papel na economia, as micro e pequenas empresas (MPE) sustentaram o saldo de empregos formais em janeiro de 2024 em Mato Grosso do Sul. Entre demissões e contratações, os pequenos negócios corresponderam a 45,5% das oportunidades no primeiro mês do ano, com 2.269 postos. Ao considerar todos os portes de empreendimentos, foram 4.989 vagas no estado, sendo: 1.901 nas médias e grandes empresas (MGE) e 108 na administração pública. Já o saldo correspondente às contratações por pessoas físicas (CPF), a exemplo de funcionários domésticos, foi de 709 empregos e organizações sem fins lucrativos, 2.

Os dados são do último estudo realizado pelo Sebrae com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Ainda conforme o levantamento, o setor que liderou a categoria das micro e pequenas empresas em Mato Grosso do Sul foi o de Construção, com saldo de 743 postos em janeiro; seguido por Agropecuária (606), Serviços (531) e Indústria Transformação (362). Apenas Comércio terminou o mês com saldo negativo, contabilizando mais demissões do que contratações (-35).

“Os pequenos negócios contribuíram com 45,5% de todo o saldo de emprego no estado. Isso deixa cada vez mais clara a importância deles na dinâmica econômica local. Os setores em que os pequenos negócios mais se destacaram foram a Construção, seguido de Agropecuária e Serviços. Nesse período, tivemos o setor do Comércio apresentando saldo negativo de empregos e alguns aspectos que podem ter influenciado nisso são: o fim das contratações temporárias de final de ano e devido à desaceleração sazonal que ocorre no ‘pós festas’, onde as pessoas normalmente tendem a reduzir seus gastos em virtude das despesas de final de ano. Isso pode levar as empresas do setor a reduzirem temporariamente a sua força de trabalho”, comenta o analista-técnico do Sebrae/MS Paulo Maciel.

Quando se juntam todos os portes de empreendimentos, as atividades econômicas que mais se destacaram no estado, em janeiro, foram: “Atividades de apoio à agricultura”, com saldo de 712 vagas; “Montagem de instalações industriais e de estruturas metálicas”, com 407; “Cultivo de soja”, com 392; “Construção de edifícios”, com 338; e “Cultivo de cereais”, com 237.

O estudo pode ser conferido na íntegra no Data Sebrae. Mais informações por meio da Central de Relacionamento do Sebrae, no número 0800 570 0800.

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